sexta-feira, 20 de abril de 2012

Repetidor defesa civil petropolis

    Repetidor defesa civil petropolis


Apos sofrer uma descarga eletrica ,ficou fora do ar por guase 20 dias o repetidor ,hoje com auxilio dos tecnicos da roer petropolis , esta no ar em pleno funcionamento , assim  as comunicações estabelecidas para agir com mais rapides caso seja necessario.
Morro do  morin visto de correas , e onde se encontra os repetidores.
Baixada fluminense ao fundo
Repetidora 145 390 py1CGP  Roer petropolis
Repetidora da defesa civil petropolis rj
Cidade de petropolis ao fundo

terça-feira, 17 de abril de 2012

6 Curso de Formação de Voluntários em Prevenção e Controle de Incêndios Florestais .


6 Curso de Formação de Voluntários em Prevenção e Controle de Incêndios Florestais .


A ROER estará novamente compondo o corpo docente do 6º curso de formação de voluntários em prevenção e controle de incêndios florestais,da REBIOARARAS ,na capacitação de radiocomunicação. Os membros Amarildo Sinigali   PY 1 AR (prática de campo),Celso Gallucci PY1 VQV(operação de radio) e Penha TorresPU1 PKT(educacional) representarão a ROER.

Ocorrerá na Reserva Biológica de Araras no período compreendido de 16 a 20 do presente mês o 6 Curso de Formação de Voluntários em Prevenção e Controle de Incêndios Florestais e como ocorreu no ano passado gostaríamos de convidar esta renomada corporação para compor nosso staff docente na capacitação de rádio comunicação.
Encaminho para apreciação o Plano de Curso.
Atenciosamente

--

Ricardo Ganem Leal - Geógrafo
Chefe de Unidade de Conservação
Reserva Biológica de Araras
Gerência de Unidades de Conservação de Proteção Integral
Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas
Instituto Estadual do Ambiente.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Teresópolis sai do estado de atenção após temporal


Teresópolis sai do estado de atenção após temporal


Depois da chuva, lojistas contabilizam prejuízo em Teresópolis
O temporal de sexta-feira (6) deixou cinco mortos e mais de 400 desabrigados. A principal rodovia que liga a cidade ao Rio de Janeiro ficou bloqueada por três horas


,Cinco pessoas morreram e quinze ficaram feridas após o temporal que atingiu a cidade serrana no dia 6. Quase mil pessoas estão desalojadas e 160 casas estão interditadas. A prefeitura recebeu ajuda do governo do Estado para auxiliar na limpeza do município.














quarta-feira, 14 de março de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Nova repetidora no morro do morin petropolis rj


Nova repetidora no morro do morin petropolis rj



Ja e desposição de radioamadores de petropolis e adjacencias , mais uma rpt , 145.390 py1 CGP  pertence  ao grupo  Roer petropolis.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Tempestades no Sudeste devem aumentar a partir de 2012


Tempestades no Sudeste devem aumentar a partir de 2012



Tempestades no Sudeste devem aumentar a partir de 2012 
Estudo do Inpe aponta que as chuvas fortes devem ser mais fortes e mais frequentes. O problema é que as cidades não estão preparadas para mais água.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Aumenta a incidência de raios no sudeste brasileiro.



Aumenta a incidência de raios no sudeste brasileiro.



Aumenta a incidência de raios no sudeste brasileiro, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais .
COMO AGIR EM CASO DE DESCARGAS ELÉTRICAS.

As descargas elétricas são um perigo iminente sempre que chove, e apesar do avanço tecnológico a ciência ainda não consegue prever e evitar o fenômeno, o que nos resta é saber conviver com o perigo.

A melhor maneira de evitar acidentes com os raios é evitar ambientes descampados, locais altos e abertos e principalmente praias, campos de futebol e piscinas.

Nunca tente se proteger embaixo de árvores, perto de linhas de transmissão, postes, cercas metálicas e próximo de pára-raios.

Caso esteja trafegando mantenha toda a família no interior do veículo e nunca pare embaixo de árvores, o veículo te isolará dos raios com base no princípio da gaiola de Faraday.

TOME CUIDADO MESMO DENTRO DE CASA.

A casa é um abrigo seguro, mas alguns cuidados devem ser tomados:

- Evite tomar banho durante a tempestade.

- Evite falar ao telefone.

- Se possível, retire aparelhos da tomada.

Lembre-se que os raios dão descargas de até 100 milhões de Volts e um choque desses é um milhão de vezes mais forte que de uma tomada. Todos os anos cerca de 1000 pessoas são vítimas de raios e a maioria por falta de informação.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Radioamadores que fizeram a diferença no Vale do Cuiaba


Radioamadores que fizeram a diferença no Vale do Cuiaba



Em Petrópolis, as equipes de resgate aprenderam a importância da comunicação. Uma lição ensinada por 18 radioamadores que fizeram a diferença no Vale do Cuiabá.



A experiência deu tão certo que hoje a ROER-Rede de operações de emergencia de radioamadores integra o Comitê de Ações Emergenciais. A prefeitura investiu R$ 142 mil na compra de equipamentos. Quase 90 pessoas foram habilitadas para operar o sistema em caso de emergência. Inclusive Secretários de Governo e técnicos da Defesa Civil.




Para salvar vidas, o perigo passou a ser anunciado por sirenes. Elas avisam quando é preciso sair da área de risco e procurar um dos pontos de apoio do bairro. As sirenes do Sistema de Alerta da Defesa Civil foram instaladas nos três maiores municípios da região serrana. Em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, as famílias receberam o treinamento nos simulados. E, os rios das três cidades também estão sendo monitorados, para dar o alerta se houver risco de inundação. 

Medo e trauma, sentimentos que marcaram a vida dos moradores da região serrana rj


Medo e trauma, sentimentos que marcaram a vida dos moradores da região serrana rj


Medo e trauma, sentimentos que marcaram a vida dos moradores
Pessoas buscam por respostas e ações para evitar novos desastres. Lições e sede de novas ações vão ficar para o resto da vida.



Além do medo, do trauma, o que a maior catástrofe natural do pais fez mudar na vida das pessoas que moram na serra?




As pessoas buscam por respostas e ações para evitar novos desastres. Apesar de ter sido uma madrugada de terror, lições e sede de novas ações vão ficar para o resto da vida.




Uma catástrofe destrói, mata, decepciona e também deixa muitas lições. Por isso traz mudanças. E no fim de cada dia, o trabalho de resgate era reavaliado para melhorar no seguinte.




Em Petrópolis, as equipes de resgate aprenderam a importância da comunicação. Uma lição ensinada por 18 radioamadores voluntários que fizeram a diferença no Vale do Cuiabá.




A experiência deu tão certo que hoje a rede de rádio amadores integra o Comitê de Ações Emergenciais. A prefeitura investiu R$ 142 mil na compra de equipamentos. Quase 90 pessoas foram habilitadas para operar o sistema em caso de emergência. Inclusive Secretários de Governo e técnicos da Defesa Civil.




Para salvar vidas, o perigo passou a ser anunciado por sirenes. Elas avisam quando é preciso sair da área de risco e procurar um dos pontos de apoio do bairro. As sirenes do Sistema de Alerta da Defesa Civil foram instaladas nos três maiores municípios da região serrana. Em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, as famílias receberam o treinamento nos simulados. E, os rios das três cidades também estão sendo monitorados, para dar o alerta se houver risco de inundação.




Em Nova Friburgo a tragédia deixou a lição de que é preciso organizar. O Deputado Federal Glauber Braga é autor de uma emenda que estabelece as atribuições de cada segmento do governo. Em caso de tragédia todo mundo vai saber o que fazer.




A emenda ainda vai ser votada. O deputado preside a Comissão Especial de Medidas Preventivas da Câmara Federal. E, pretende criar um Fundo Nacional de Emergência, que vai dispor de recursos nas catástrofes.




Em Teresópolis, a lição que o Presidente da Associação de Moradores do bairro Caleme, Geová da Silva, aprendeu foi a da prevenção. A casa da rua do Triunfo, nº 100, onde ele mora, virou quartel general do bairro Caleme. Na tragédia, Geová perdeu vizinhos, viu o rio subir e encobrir tudo. E, decidiu que iria ajudar a dar segurança aos moradores do bairro.

Teresópolis estreia na série "Tragédia na Serra, um ano depois"


Teresópolis estreia na série "Tragédia na Serra, um ano depois"



Teresópolis estreia na série "Tragédia na Serra, um ano depois"Reportagem fala sobre o dinheiro que foi disponibilizado para o município, cerca de R$ 16 milhões




A equipe do RJ Inter TV Serra+Mar deu início nesta terça-feira, 10, à série de reportagens sobre as cidades que foram atingidas pelas chuvas de 12 de janeiro. "Tragédia na Serra, um ano depois", estreou com uma matéria de Teresópolis, um dos municípios mais afetados pela catástrofe.

Teresópolis recebeu R$ 16 milhões de reais para a recuperação do município. Foram R$ 7 milhões do Governo Federal, dos quais R$ 1 milhão foi bloqueado pela justiça. Outros R$ 4 milhões do Governo Estadual. Só agora R$ 1 milhão e 800 mil estão sendo usados para recuperação de postos de saúde. E a cidade recebeu ainda R$ 5 milhões e 500 mil em doações que chegaram de todo o país. A administração atual utilizou R$ 2 milhões e 500 mil com compra e aluguel de máquinas para liberar estradas e desassorear os rios.

Isso quer dizer que quase R$ 13 milhões teriam sido usados na gestão passada, do prefeito Jorge Mário, cassado pelos vereadores e investigado por irregularidades no contrato com a Construtora RW. O suposto mau uso do dinheiro motivou apurações dos Tribunais de Contas Estadual e Federal, da Assembleia Legislativa e da Câmara Municipal. para o vereador doutor Carlão, que fez a denúncia ao legislativo cinco milhões de reais teriam sido usados de maneira irregular.

Segundo o atual prefeito, Arlei Rosa, não há registros de como os valores foram investidos nem sequer se foram investidos na administração anterior. Ele diz ainda que Jorge Mário deixou um rombo total de R$ 25 milhões, nos cofres do município. O dinheiro seria suficiente pra construir, por exemplo, mais de setenta muros de contenção. Moradores indignados picharam placas que anunciavam as obras.

A recuperação da cidade ficou ainda mais complicada agora, pois as equipes que trabalhavam na recuperação das áreas atingidas pela tragédia precisam atender novas emergências. Muitas encostas continuam frágeis e estão cedendo.

Ainda existem pelo menos oitenta com alto risco de desabar. Nos próximos meses o estado começa a erguer 1.600 casas populares, que devem ficar prontas no meio do ano que vem.