ROER-REDE DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA DE RADIOAMADORES .
CNPJ 14.410.414/0001-01
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
RETROSPECTIVA 2011 A maior tragédia climática na história do país aconteceu na Região Serrana do Rio de Janeiro
Primeiras horas de 12 de janeiro de 2011 Vale do Cuiabapetrópolis, Os equipamentos de comunicações do ROER -Rede de operações de emergência de radioamadores ,ja a desposição das partes envolvidas, para as comunicações. A sequência de fortes chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro causou o que está se tornando uma das maiores tragédias brasileiras: três cidades praticamente em total destruição e outras três fortemente afetadas por deslizamentos de terra, desabamento de encostas, soterramento de bairros e alagamentos. Milhares de pessoas perderam as casas, centenas perderam a vida e várias outras continuam desaparecidas.
Centenas de homens das forças de resgate do governo trabalham, muitas vezes com a ajuda de moradores, incansavelmente na busca de corpos e sobreviventes nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Areal, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. A tragédia é tamanha que hospitais e necrotérios não dão conta de fazer todos os atendimentos e estão lotados.
A Defesa Civil de Petrópolis torna público o seu Protocolo de Operações
A Defesa Civil de Petrópolis torna público o seu Protocolo de Operações, baseado nos registros pluviométricos, nas previsões meteorológicas e nos avisos gerados pelos principais Órgãos de Meteorologia do País, bem como os repassados pela Secretaria Estadual de Defesa Civil e Secretaria Nacional de Defesa Civil.
COMEÇAM A FUNCIONAR EM PETROPOLIS 20 ESTAÇÕES QUE MEDEM INTENSIDADE DAS CHUVAS E CAPACIDADES DE VAZÃO DOS RIOS.
O SISTEMA DE 24 HORAS VAI ALERTA A POPULAÇÃO PARA EVITAR NOVA TRAGÉDIA.
ALERTA PARA EVITAR NOVAS TRAGADEIRAS..........
SERRA GANHA SISTEMA DE ALERTA DE CHEIAS, QUE VAI AVISAR A DEFESA CIVIL DOS MUNICÍPIOS SOBRE INTENSIDADE DAS CHUVAS E AUMENTO DO NÍVEL DOS RIOS.
O INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE (INEA) APRESENTOU, ONTEM, O SISTEMA DE ALERTA DE CHEIAS EM PETROPOLIS, UMA DAS CIDADES DA REGIÃO SERRANA QUE FOI AFETADAS FORTES CHUVAS EM JANEIRO.
O SISTEMA FUNCIONA 24 HORAS E É COMPOSTO DE 20 ESTACÕES PLUVIOMÉTRICAS, QUE MEDEM A INTENSIDADES DAS CHUVAS, E FLUIOMETRICAS, QUE MEDEM A CAPACIDADE DE VAZÃO DOS CURSOS D'AGUA.
O OBJETIVO DA INICIATIVA É ALERTAR A POPULAÇÃO SOBRE O AUMENTO DO NÍVEL DOS RIOS E EVITAR QUE NOVAS TRAGEDIAS OCORRAM, COMO A DO INICIO DO ANO, NA QUAL MAIS DE 900 PESSOAS MORRERAM NA SERRA.
SEGUNDO A VICE-PRESIDENTE DO INEA, DENISE RAMBALDI, O SISTEMA TRANSMITE, A CADA 15 MINUTOS, POR CELULAR, COM MENSAGENS SMS, INFORMAÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES DO TEMPO E DO AUMENTO GRADUAL DO NIVEL DA ÁGUA DOS RIOS PARA A CENTRAL DE PROCESSAMENTOS DE DADOS DO INEA.
O ALERTA ENTÃO E EMETIDO PARA A DEFESA CIVIL DO MUNICÍPIO PARA QUE A RETIRADA DAS PESSOAS SEJA REALIZADA.
"QUEM OPERACIONALIZA TODO O SISTEMA DE DESOCUIPAÇÃO DE MARGENS DE RIOS OU ENCONSTAS É A DEFESA CIVIL DO MUNICIPIO. O INEA PROPORCIONA TODA A INFORMAÇÃO NECESSÁRIA PARA A TOMADA DE DECISÃO DO ORGÃO", EXPLICOU DENISE.
APÓS A TRAGÉDIA DE JANEIRO, O NUMERO DE ESTAÇÕES DO SITEMA DE ALERTA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, PASSOU DE 10 PARA 62.
NA SERRA SÃO 36, SENDO 20 EM PETROPLIS, 10 EM FRIBURGO E SEIS EM TERESOPOLIS.
ONTEM DIA 27 DE DEZEMBRO, FORAM LIBERADOS 30 MILHOES DE REAIS, PELA UNIÃO, PARA OBRAS DE DRAGAGEM, RECUPERAÇÃO DE MARGENS E CONSTRUÇÃO
DE PARQUES FLUVIAIS NA SERRA, NAS AREAS ATINGIDAS PELAS CHUVAS.
Retrospectiva Alguns desastres naturais no Brasil em apenas 4 anos .2007 A 2010
Nos últimos três anos o Brasil já acumulou mais desastres naturais que nos últimos 20 anos em decorrência do aquecimento global. Veja alguns vídeos reveladores e impressionantes de desastres naturais no Brasil.. Tragédias, catástrofes sempre aconteceram! Não que agora, com o aquecimento global, elas vêm aumentando, mas elas nos parecem mais evidentes pelo nosso imenso acesso à informação, que muitas vezes escandaliza estas catástrofes. Concordo que algumas delas são decorrentes de um possível aquecimento do planeta, mas o problema não é só esse! Má gestão do espaço talvez seja importante ser lembrado... Por exemplo, que repercusão teria um terremoto de 8 graus na Antártica? Mas um bem menos que esse atingiu o Haiti e matou milhares de pessoas... com me refiro a como ocupamos o espaço: Construções em áreas de risco como escostas e margens de rios, alterações na dinâmica natural dos rios, praias etc. dentre outras e outras coisas que nos passam despercebidas por atentarmos e "culparmos" o aquecimento global como único vilão nessas catástrofes. Ambas as visões nos levam a uma conclusão: Nós provocamos estas catástrofes!
Enchente no Maranhão
Terremoto no Brasil
Tornados no Brasil
Chuva de Granizos
Tempestade de Raios
Incendios
Tsunami nordestino,Mudanças Climáticas uma Nova Realidade! Abre o olho Brasil... Sete de abril de 2010, Desaba o morro do bumba(Edição e audio Roer petrópolis)
Uma das modalidades operacionais mais polêmicas e notadas do radioamadorismo, a comunicação de emergência, é – ao mesmo tempo – a prática do serviço à coletividade e a ocasião em que o radioamador conquista o respeito e a consideração ( ou não!.. ) da sociedade. Para que aconteça o melhor, é preciso estar preparado.
Todo radioamador, seja qual for a sua classe, deve ter presente que, cedo ou tard...e, sua estação pode vir a tornar-se ( por algum tempo ) o único meio de comunicação disponível entre um evento de emergência e o restante do mundo. Apesar do avanço tecnológico e da autonomia dos serviços normais de comunicação, muitas têm sido as ocasiões de falha dos mesmos – por motivos acidentais ou falta de condição operacional – nos locais mais improváveis. É bom lembrar que as emergências não tem hora nem local certo e ocorrem sem aviso prévio, surpreendendo operadores carentes de preparo e de articulação. Duas precauções são imprescindíveis, para uma boa operação de emergência: manter uma estação plenamente operacional, bem como manter-se atualizado e integrado a redes de radioamadores. Em suma, os melhores equipamentos de nada servem, se os operadores não forem capacitados a opera-los em condições de pressão ou em caráter de emergência.
Supor que um comunicado normal seja idêntico ao tráfego emergencial pode configurar um tremendo fracasso, além de arruinar qualquer operação do gênero. Na verdade, pode-se dizer que existem mais equipamentos apropriados a tal tipo de operação do que operadores capacitados para esse fim. Isso exige uma atitude de abertura, da parte de novos e antigos operadores, aceitando que todos temos muito que aprender.
Assim, nota-se que só há um modo de se conquistar o domínio do procedimento de emergência em rádio: INSTRUÇÃO e PRÁTICA. Afinal, durante um evento desse tipo, jamais se dispões de tempo para treinar…
Elaboração:
Defesa Civil promove simulado neste domingo (18) em 7 bairros de Petrópolis
Desta vez, as atividades foram nos bairros Quitandinha, Valparaíso, 24 de Maio, São Sebastião, Siméria, Sargento Boening e Duarte da Silveira.
Todos os pontos foram cobertos com comunicações via radio , atraves da ROER-Rede de operações de emergencia de radioamadores de petropolis rj.
Defesa Civil promove simulado neste domingo (18) em 7 bairros de Petrópolis Desta vez, as atividades serão nos bairros Quitandinha, Valparaíso, 24 de Maio, São Sebastião, Siméria, Sargento Boening e Duarte da Silveira.
Defesa Civil promove simulado neste domingo (18) em 7 bairros de Petrópolis
Desta vez, as atividades serão nos bairros Quitandinha, Valparaíso, 24 de Maio, São Sebastião, Siméria, Sargento Boening e Duarte da Silveira.
A Defesa Civil realiza, neste domingo (18), a partir das 10h, mais um Simulado de Mobilização Comunitária para Fortes Chuvas. Desta vez, as atividades serão desenvolvidas nos bairros Quitandinha, Valparaíso, 24 de Maio, São Sebastião, Siméria, Sargento Boening e Duarte da Silveira. O procedimento servirá também como teste para verificar a área de abrangência das sirenes.
Todos os pontos foram cobertos com comunicações via radio , atraves da ROER-
Rede de Operações de Emergências de Radioamadores
Os trabalhos estão sendo feitos junto às comunidades, agentes da Guarda Comunitária, agentes da Justiça Comunitária, agentes de Saúde, voluntários da Rede de Operações de Emergências de Radioamadores (ROER) e voluntários da Cruz Vermelha.
O auxílio na divulgação do simulado ficou sob responsabilidade, principalmente, dos cerca de 40 agentes comunitários de saúde, que foram capacitados no dia 8 de dezembro, em palestra realizada na sede Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setrac).
O último simulado aconteceu no dia 28 de novembro com os moradores dos bairros Independência e Taquara. Na ocasião, cerca de 90 voluntários, funcionários da Prefeitura e da Defesa Civil do Estado participaram da ação.
ROER-Rede de operações de emergências de radioamadores (petrópolis rj) , recebe convite para conhecer as instalações da DGDEC- Departamento Geral da Defesa Civil rj.
Sobre o DGDEC Defesa Civil O Departamento Geral da Defesa Civil, também conhecido pela sigla DGDEC, é o órgão responsável pela coordenação dos serviços de responsabilidade da defesa civil em todos os estados brasileiros.
Cada estado tem o seu próprio departamento de Defesa Civil, que cuida de assuntos como desastres climáticos provocados, por exemplo, por chuvas e ventanias, de epidemias, como a de dengue, entre outros tipos de problemas. Objetivos do DGDEC Defesa Civil A principal missão da Defesa Civil é alertar, proteger e amparar a população do nosso país. Devido a isso, o trabalho e serviços prestados por esse órgão são de extrema importância em todas as localidades brasileiras. Além de ficar de olho na meteorologia para alertar a população sobre possíveis problemas com enchentes, deslizamentos de terra e outros tipos de ocorrências, a Defesa Civil também mantém um estoque de mantimentos para ajudar as famílias que são afetadas. Também é de responsabilidade do Departamento Geral da Defesa Civil divulgar números referentes a pessoas envolvidas nos desastres e acidentes atendidos pelos homens da Defesa Civil em todos os estados